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Como garantir que o planejamento seja executado nas organizações

Como garantir que o planejamento seja executado nas organizações

Desenvolver planejamentos estratégicos e planos de ação é fundamental para o sucesso das organizações. Mais importante ainda é fazer com que as iniciativas sejam colocadas em prática conforme previsto. Veja algumas ações que contribuem para isso.

Um dos pilares da boa gestão em todo e qualquer tipo de organização é o planejamento. A definição de estratégias e táticas, de objetivos, metas e prazos, é fator crucial para o bom funcionamento de processos internos. Consequentemente, o sucesso da organização depende da execução assertiva dos planos desenvolvidos.

No intuito de garantir que o planejamento seja executado nas organizações, há algumas iniciativas que podem ser adotadas. Elas demandam o envolvimento de lideranças e equipes, e podem contribuir efetivamente para atingir os resultados esperados.

 

Pesquisar referências, analisar dados e definir planos coerentes.

Pode parecer óbvio, mas muitas organizações falham na execução de seus planos porque eles não são coerentes. Um planejamento precisa fazer sentido frente à cultura organizacional, aos recursos disponíveis, ao contexto social, político e econômico da praça de atuação, entre outros fatores. Se houver desconexão nestes pontos, é improvável que se obtenha sucesso.

Para definir propostas coerentes, a primeira iniciativa deve ser a pesquisa. Os setores responsáveis pelo planejamento devem buscar referências variadas, analisar os dados obtidos de maneira coletiva e, só a partir disso, estabelecer metas, objetivos, prazos e demais aspectos necessários. Informação é matéria-prima para bons planos.

 

Comunicação interna e engajamento coletivo são fundamentais para tirar os planos do papel.

 

Delegar tarefas e fornecer recursos, autonomia e suporte.

Uma vez que os planos estejam alicerçados sobre fatos e dados, e não sobre “achismos”, outra ação crucial para garantir que os planos sejam executados é o envolvimento das equipes. Ações como liderança centralizadora, microgerenciamento e falta de suporte podem ser empecilhos muito maiores do que fatores externos como economia e política.

O papel das lideranças é delegar tarefas que sejam coerentes com o perfil dos colaboradores; fornecer os recursos necessários e fazer isso de maneira transparente, com boa comunicação interna; e, por fim, oferecer suporte sempre que necessário. Com maior nível de autonomia e incentivos, a tendência é a formação de times mais produtivos que vão tirar os planos do papel com engajamento e eficiência.

 

Monitorar e aprimorar processos durante a ação, não depois.

Com os projetos em andamento, outro equívoco comum é aguardar pela execução completa de todas as ações previstas para avaliar os resultados obtidos. Num cenário global de mudanças repentinas e, muitas vezes, drásticas, monitoramento e melhoria contínua devem caminhar lado a lado com a execução.

Portanto, as equipes devem se mobilizar para utilizar ferramentas e técnicas como OKRs, Ciclo PDCA, e ações oriundas de métodos ágeis, como realização de micro reuniões diárias de acompanhamento, utilização de sistema Kanban, entre outras possibilidades. Tudo isso auxilia a identificar possíveis falhas e/ou ameaças no decorrer do processo, de modo a sanar os gargalos de imediato, antes que se tornem problemas estruturais.

 

Recapitulando, se você quer garantir que os planos da sua organização se tornem realidade:

  1. Construa planejamentos coerentes, baseados em fatos e dados;
  2. Forneça recursos, autonomia e suporte aos responsáveis pela ação;
  3. Promova uma cultura de monitoramento e melhoria paralelos à execução.

 

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